domingo, 30 de agosto de 2009

Momento conhecimento 2



COMPLETANDO O QUE O BROTHER VI ESCREVEU SOBRE AS EPHEBOPUS, VOU POSTAR UM TEXTO MUITO INTERESSANTE QUE LI NO FORUM, FOI POSTADO PELO GAUCHO! COPIEI E COLEI! ACHEI MUITO BOM, E ACHO QUE COMPLETA O QUE O VI JÁ HAVIA DITO.

"por strubles em Qua Jan 16, 2008 4:06 pm Vou postar aqui o texto mais completo que encontrei, espero que seja útil a todos que possuem essa espécie! Ephebopus murinus - Texto de Thomas Boston – Traduzido do Dinamarquês para o Português por Luiza Bertolucci. Nós estamos numa úmida região pantanosa na Guiana Francesa. Acabou de chover torrencialmente, apesar de estarmos fora da estação das chuvas (que normalmente ocorre em Janeiro/Fevereiro). Bem, neste lugar a terra vermelha é coberta por grama e em alguns lugares têm pequenas elevações que são uma mistura de terra e resto de plantas, fixado com uma forte e grossa teia. No meio existe um buraco que continua num túnel vertical que desce meio metro dentro da terra. Essas tocas pertencem a uma espécie que se separa claramente da maioria das outras representantes da subfamília Aviculariinae, pois vivem na terra e são únicas tanto na morfologia como no comportamento. Descrição A Ephebopus murinus (Guiana Francesa) apresenta um cefalotórax marrom-claro/bege com longas pernas negras, que possuem marcas amarelas em alto contraste. Essas marcas e as fortes cores são o que formam a base do nome polular, inspirado no Helloween: O Esqueleto (Nome comum TOSCO, do jeito que os gringos gostam). O abdómen é marrom escuro e não apresenta pêlos urticantes, que são tão caracteristicos das especies de caranguejeiras da América do Sul. Com a sua formacao especial, a Ephebopus murinus parece mais uma aranha arborícola: as pernas da frente são extremamente longas e fortes com largos "tarsi, metatarsi e scopulae’’. O gênero Avicularia têm espécies que estão mais próximas geneticamente do Ephebopus, pertencendo ambos à subfamilia Aviculariinae. Em relação ao tamanho, é considerado médio-grande. A Ephebopus murinus está na mesma classe das menores Avicularia. As fêmeas têm um comprimento de corpo entre 5-6 cm e um comprimento total entre 12-14 cm. Os machos da espécie têm as listras características nas pernas, mas com o contraste preto/amaralo menos marcante. O motivo disso se deve a uma densa cobertura de pêlos amarronzados com cerca de 5 mm, que crescem em 90º em relação ao corpo. Nos machos, o cefalotórax têm uma mancha em forma de triângulo, lembrando o padrão observado nas Brachypelma emilia. O comprimento total dos machos fica entre16 e18 cm, tendo comprimento de corpo de 4 cm. Como nas outras caranguejeiras, é bem menos robusto que as fêmeas, apresentando o típico esporão encontrado atrás das tíbias do primeiro par de pernas. Os filhotes dessa espécie são pretos com pernas traseiras avermelhadas. As pernas dianteiras desenvolvem os padrões característicos rapidamente, sendo morfologicamente muito próximos das aranhas femeas adultas. Existem 4 espécies descritas no gênero Ephebopus, todas incríveis tanto na forma como na coloração: Ephebopus cyanognathus (West & Marshall, 2000), Guiana Francesa Ephebopus murinus (Walckenaer, 1837) Brasil, Guiana Francesa e Inglesa Ephebopus rufescens (West & Marshall, 2000), Guiana Francesa Ephebopus uatuman (Lucas, Silva & Bertani, 1991) Brasil, Reserva Ducke Existem boatos que Peter Klaas encontrou uma nova especie. Em alguns lugares se encontra o nome Ephebopus violaceus (Mello-Leitão, Brasil), mas essa especie foi incorporada ao gênero Avicularia (West e Marshall 2000). Habitat e Variações A Ephebopus murinus ocorre nas Guiana Francesa, Inglesa e em alguns locais no Brasil. Ainda não ouvi sobre Ephebopus no Suriname, país que separa o Brasil das duas Guianas, mas eu creio que elas existam lá também. Em várias espécies de aranhas existem variações, que claramente se adaptaram a diferentes habitats. Assim como Aphonopelma seemanni, existem no mínimo três formas de E. Murinus: 1- Uma menor e marron claro que vive em regiões mais secas. 2- Uma maior que vive em regiões tropicas de mata fechada. 3- Uma menor que existe no Brasil. Essa última apresenta a carapaça mais escura e umas marcas mais fortes nas pernas. Para aqueles que têm ou planejam ter uma Ephebopus, acho importante vocês saberem de onde sua aranha vêm. Creio que as diferentes variações possam cruzar entre si sem problemas, mas prefiro ter uma aranha que seja natural (sem ter sido resultado de cruzamento de variações). Isso é uma questão discutível, pois não sabemos ao certo como se comportam na natureza a esse respeito. Já vi fotos de E. Murinus existentes na Guiana Francesa, sendo elas aparentemente grandes. Elas têm a carapaça clara e as listras nas pernas nao são tão distintas, especialmente uma das duas encontradas nas tíbias nas pernas dianteiras. Apesar de eu ja ter visto fotos de aranhas da Guiana Francesa capturadas na natureza, acho que elas podem ser um cruzamento de 2 e 3 – e por que não? Creio que as variações citadas têm que ser interpretadas como pontos extremos em um espectro que acontece naturalmente. Sabemos da história do gênero Brachypelma, onde B. annitha se separa da B. smithi apenas por ter pêlos mais compridos nas pernas traseiras, sendo provalvemente uma variacao geográfica. Além disso, já tive 5 fêmeas de Haplopelma lividum, onde 3 tinham diferenças características. Também observei isso em algumas Avicularia, onde haviam variações de cores (em tres gerações) com diferenças de tamanho. Variação sempre existirá. É isso que faz a base da diversidade que a evolução criou. A conclusão disso tudo é que se deve cruzar apenas aranhas que venham da mesma região, mas não se deve negar que podem haver variações. Um mecanismo de defesa atípico. Ao contrário de aranhas como Brachypelma, Lasiodora, Cyclosternum e Avicularia, as do gênero Ephebopus não têm pêlos urticantes no abdómen. Nelas, esses pêlos se encontram na parte interna dos pedipalpos, o que faz desse gênero único. Para se defender, uma Ephebopus se vira frontalmente contra a ameaça e ataca com os pedipalpos e os dois primeiros pares de pernas. Assim, os pêlos são liberados juntamente com um possível ataque das quelíceras. Até pouco tempo, se tinha conhecimento de apenas 4 tipos de pêlos urticantes, separados morfologicamente. Mas em 1990 se encontrou uma quinta forma de pêlo, que até agora se encontra apenas no gênero Ephebopus. E falando sobre pêlos, é bom notar que aranhas não tem pêlo algum. Em terminologia cientifica, o "pelo" das aranhas se chama "setae" e pode ser considerado uma pequena extrutura prolongada do exoesqueleto. Não se pode falar de pêlo na forma classica como nos mamíferos, chamamos assim por simples comodismo. Decoração do terrário Não surpreendetemente, dá pra se manter as Ephebopus como a maioria das aranhas asiáticas que escavam (como as Haplopelma), com alto grau de umidade (cerca 80 %) e temperatura por volta de 26º/dia e 23º/noite. Tenho uma boa experiência com temperatura constante por volta de 24º. Geralmente, se aconselha pelo menos 10 cm de substrato para espécies jovens que escavam. Mas para adultas, tem que se ter pelo menos 15/20 cm. Já que eu nao tenho saco de ter 2 toneladas de terra nos meus terrários, optei por ajeitar o substrato de um modo que fique inclinado no fundo. Em algumas situações difícies, usei um pedaço de raiz ou tronco para segurar a terra. Lembre-se de usar terra sem agrotóxicos e esterilizada. Pode-se aquecer a terra num forno para eliminar formas de vida inconvenientes. Antes de introduzir a aranha, pressiono o substrato para que fique rígido onde não desejo que ela faça a toca. Assim, dá para fazer com que ela seja feita no local desejado. Depois de uns dias, haverá uma boa quantidade de substrato resultante da escavação da aranha. Após isso, tampo a toca para remover o excedente de substrato, somente por razões estéticas. A aranha é aparentemente indeferente a isso. Parece que as Ephebopus mantém uma mistura de teia e musgo seco na torre que é feita na entrada da toca (depois posto umas fotos), então pode-se fornecer isso a elas. Creio que há dois motivos que explicam a construção dessas torres, mas isso é apenas especulação da minha parte: 1- A torre protege contra chuvas fortes. 2- Aumenta a sensibilidade para poder cacar na proximidade da toca."


[chel.jpg]por Theraphosidae

COMO CRIAR ALIMENTO VIVO 1º PARTE


COMO CRIAR BARATAS (N. cinerea, P. pallida e afins)

Tratam-se das espécies de baratas mais criadas para fins de alimentação.
Usadas na criação de répteis, anfíbios e artrópodes oferecem nutrientes essenciais para a manutenção dos animais, sobretudo os aracnídeos.

Na dieta de répteis e anfíbios faz-se necessário adição de outros complementos de acordo com a sp.

Reproduzem-se com facilidade e são de fácil manutenção.
Se você começar com uma criação de 100 baratas em 3 meses essa criação ira quadruplicar de tamanho.
O crescimento dos filhotes é rápido, de acordo com a quantidade de comida oferecida.Comem o dia inteiro.
Podem ser alimentadas com ração de cachorro, ração LABINA de roedores, ração de gato, folhas de chuchu, casca de frutas, enfim tudo que seja ração, vegetais ou matéria orgânica.
Prefiro alimentar com ração, pois evita o mal cheiro e facilita na limpeza, no entanto a folha de chuchu e outras verduras tem seus prós, pois alimentando com elas não será necessário bebedouros, já que as baratinhas irão retirar a água necessária para sobreviver dessas folhas. Utilizo ração de roedores misturada com ração de cães e tenho obtido um excelente resultado no crescimento da colônia.
Em relação à água ofereço em um bebedouro de roedores com algodão na extremidade afim de evitar encharcamentos e afogamentos

Bom... Condiciono a colônia dentro de uma caixa de contenção dessas de acrílico que são vendidas nos supermercados, a dimensão da minha caixa é de aprox 70 cm de comp. por 40 cm de larg. e com altura de aprox 30 cm, custam em média entre 25 reais a 35 reais.
A CAIXA DEVE SER BEM VENTILADA, POR TANTO FURE A TAMPA, MAS LEMBREM-SE EMBORA A CAIXA DEVA SER BEM VENTILADA, FAÇA PEQUENOS FUROS COM DIAMETRO DE NO MAXIMO 1MM, assim vc evita a entrada de moscas, como varejeiras, moscas domesticas e Drosophilas.
Dentro da caixa coloco caixas de ovo que servem de abrigo para as baratas, também uso tubinhos de papel higiênico e como substrato areia de gato.
Nessa caixa já cheguei a ter aproximadamente 2000 baratinhas entre juvenis e adultos. Os machos adultos não possuem asas e as fêmeas adultas possuem asas e ovipositor. LEMBRE-SE DE PASSAR VASILINA NAS PAREDES DA CAIXA PARA EVITAR FUGAS INDESESAVEIS.
A limpeza é a parte mais complicada, pois a matéria orgânica gerada fica depositada no fundo da caixa, deve se tomar cuidado ao retirá-la, pois pode retirar junto com ela os filhotes de baratas.
Junto com os grilos são a fonte de nutrientes mais indicada para as aranhas.
[chel.jpg]por Theraphosidae

Sobre sexagem!

Bom e aí galera blz! to meio sumidão né!? Correria geral e alguns probleminhas pessoais! Mas resolvi dar uma rapida passadinha aqui no AHB para dar um alô!
Pegando um gancho no assunto que o camarada Roulents abordou resolvi postar aqui um texto que havia escrito a alguns meses atrás na amantes da aranhas!


COMO SEXAR UMA ARANHA?
A maioria dos novatos tem essa duvida, intão aqui vai um tutorial.....
Primeiro é necessário conhecer a morfologia e os órgãos sexuais das aranhas, os sexos são separados (dióicos) e com freqüência desiguais em formato e dimensão, as fêmeas geralmente são maiores que os machos.
Morfologia externa e interna:
http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/aracnideos/imagens/aranha-3.jpg
http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/aranhas/imagens/Aranhas9.jpg
http://www.unb.br/ib/zoo/aracnideos/Temas/Aranhas/Imagens/Morfo01.gif
http://www.geocities.com/apotecionegro/aranhaanato.jpg

MACHOS

Testículos: localizados embaixo do intestino ligam-se por um ducto eferente enrolado à vesícula seminal impar, que se dirige para a abertura genital.

Espinhos da Tíbia: auxiliam na corte, estimulando a fêmea, alem de encaixar os apêndices do macho aos da fêmea no abraço nupcial.

Bulbos copulares: presentes nos palpos são as estruturas que guardam o esperma ate que ele seja inserido na abertura genital da fêmea.

Epiandrous fusilae: situado a região ventral do macho logo após o pedicelo fica presente no prossoma, trata-se de uma região onde se encontram reunidas pequeninas cerdas como se formassem uma espécie de tufo de “pelos” que auxiliam o macho a construir a teia espermática.


FÊMEAS

Vagina: abre-se para o exterior na abertura genital feminina, situada na região ventral anterior do abdômen.

1 par de ovários: cada um ligado a um oviduto ligado à vagina. são grandes e ocos ,
Unido a dois receptáculos seminais laterais ou espermatecas

Ovidutos: canais de transporte abrem-se na vagina onde estão ligados também 2 receptáculos seminais.

Espermateca ou receptáculos seminais: A espermateca situa-se dorsalmente em relação ao útero, entre a região onde está a marca dos pulmões foliares na exúvia, são as “caixas” que guardam o esperma.

Bursa copulatrix: trata-se de um canal lateral a vagina anteriormente chamado de receptáculo seminal, Ao contrario do receptáculo seu papel é o inverso, em vez de receber o espermatozóide a Bursa copulatrix recebe o espermatozóide e o digere através da ação de enzimas, onde de contrapartida o espermatóforo é usado para transportar o esperma e protegê-lo ate o oviduto. Dessa forma o espermatóforo por movimentos peristálticos empurra os espermatozóides em direção a bursa que digere os espermatozóides.
É estranho pensar em um aparato de reprodução o qual destrua os espermatozóides, depois de horas e horas de gasto energético do macho no esforço de acasalamento e no gasto energético de ambos os sexos... mas se pararmos para pensar a razão pela qual essa estrutura do aparelho sexual age destruindo uma porcentagem dos espermatozóides é obvia... Na verdade restarão apenas os mais fortes e mais aptos a sobrevivência, selecionando assim bons alelos para o futuro, os espermatozóides geneticamente fracos irão perecer.

DENTRE TODOS ESSES ÓRGÃOS DOS APARELHOS REPRODUTORES FEMININO E MASCULINO, OS ÓRGÃOS VISÍVEIS PARA A SEXAGEM SÃO:

OBSERVAR

Nos machos:

Bulbos copulares nos pedipalpos.
Presença de Epiandrous fusilae.
Espinhos da tíbia no primeiro par de patas.

Nas fêmeas.

Presença de espermateca na Exúvia.
Ausência de Epiandrous Fusilae.
Ausência de espinhos na Tíbia (em algumas espécies os espinhos são ausentes nos machos; ex:
T. blondi).

Tamanho (lembrando que as fêmeas são maiores que os machos, mas o tamanho deve ser levado em conta com a fisiologia da espécie, por exemplo uma Lasiodora de 20 cm sem espinhos, Epiandrous e bulbos pode ser considerada uma fêmea, mesmo sem a constatação da espermateca na exúvia, no entanto uma Lasiodora com 10 cm não podemos determinar o sexo sem a observação da presença de espermateca na exúvia ou Epiandrous na região ventral externa, podendo portanto se tratar de um macho não maduro sexualmente).

A presença de espermateca costuma aparecer bem cedo na maioria das espécies, por volta da 8 ecdise, MAS VARIA MUITO DE SP PARA SP. ( dados que observei aqui).

By Theraphosidae!

Espermateca


O dimorfismo sexual nas aranhas, pode ser caracterizado pela presença de bulbo copulador (localizado nas extremidades dos pedipalpos) e epiandrous nos machos. O acasalamento ocorre com o macho introduzindo o bulbo copulador, contendo o esperma, na abertura genital da fêmea. Após o acasalamento, o conteúdo espermático fica armazenado numa estrutura denominada espermateca. Os ovos são fertilizados no momento em que a fêmea realiza a postura. Para armazená-los, é construída uma bolsa, elaborada com fios de seda, chamada ooteca. A fêmea permanece junto a ooteca, até o momento da eclosão dos filhotes. As aranhas, bem como os escorpiões, possuem o corpo recoberto de quitina, (exoesqueleto), que é trocado periódicamente até a maturidade. As fêmeas das aranhas caranguejeiras, realizam anualmente a troca de pele, mesmo depois de adultas.

Estarei postando aqui diferentes espermatecas, que como citado acima, é uma estrutura nas fêmeas responsável pelo armazenamento do conteúdo espermático.
Serão 8 foto-imagens que auxiliarão a todos na sexagem de seus animais.



por #13
Compartilhar o conhecimento, é mais que aprender.

sábado, 29 de agosto de 2009




Ephebopus murinus:

É uma aranha da pertencente às Aviculariinae completamente diferente das outras, se adaptou a vida terrestre, e constrói sua toca cavando e tecendo muito. Diferente das outras aranhas que liberam pelos urticantes a E. murinus não possui esse tipo de pelos no abdômen, e sim numa adaptação nos pedipalpo, por mais nervosa que ela seja e solte pelos com facilidade ela não fica cm aquele aspecto feio das outras aranhas que ficam com o abdômen pelado quando soltam as cerdas urticantes. No geral são aranhas bem agressivas, picando com facilidade e soltando pelos quando se "armam". Possui a coloração cinza esverdeado, lembrando musgo, mas também existem as "dark form" que apresentam um padrão mais escuro. Exibe desenhos amarelados nas patas que rendeu o apelido "skeleton tarantula" já que esses desenhos se assemelham a ossos. Atinge cerca de 13 cm.

O terrario de uma Ephebopus murinus deve ter a umidade acima de 80% já que são aranhas de climas tropicais, habitam a região norte do Brasil (Amazônia), também é encontrada na Guiana e Guiana francesa. O nível de substrato deve ser sempre alto já que a maioria dos exemplares costuma cavar bastante... Coloque bastante troncos, galhos e pedras para que ela possa escorar a teia (e acredite é muita teia) depois que ela acabar de tecer a toca serão raras as vezes que você verá a aranha...

É uma aranha que come muito ( já tive exemplares que comiam cerca de 2 vezes ao dia quando adultas) e por incrível que pareça não engorda, o abdômen fica um pouco maior do que o encefalotorax.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Ephebopus murinus:
É uma aranha da pertencente as Aviculariinae completamente diferente das outras, se adaptou a vida terrestre, e constroi sua toca cavando e tecendo muito. Diferente das outras aranhas que liberam pelos urticantes a E. murinus não possui esse tipo de pelos no abdomen, e sim numa adaptação nos pedipalpo, por mais nervosa que ela seja e solte pelos com facilidade ela não fica cm aquele aspecto feio das outras aranahs que ficam com o abdomen pelado quado soltas as cerdas urticantes. No geral são aranhas bem agressivas, picando com facilidade e soltando pelos quando se "armam". Possui a coloração cinza esverdeado, lembrando musgo, mas também existem as "dark form" que apresentam um padrão mais escuro. Exibe desenhos amarelados nas patas que rendeu o apelido "skeleton tarantula" já que esses desenhos se assemelham a ossos. Atinge cerca de 13 cm.

O terrario de uma Ephebopus deve ter a umidade acima de 80% já que são aranhas de climas tropicais, habitam a região norte do Brasil (amazônia), também é encontrada na guiana e guiana francesa. O nivel de substrato deve ser sempre alto já que a maioria dos exemplares costuma cavar bastante... Coloque bastante troncos, galhos e pedras para que ela possa escorar a teia (e acredite é muita teia) depois que ela acabar de tecer a toca serão raras as vezes que você verá a aranha...

É uma aranha que come muito ( já tive exemplares que comiam cerca de 2 vezes ao dia quando adultas) e por incrivel que pareça não engorda, o abdomen fica um pouco maior do que o encefalotorax


quarta-feira, 26 de agosto de 2009

São aranhas perigosas? (resumo)


por Eugene de Kock

As aranhas pertencem à classe dos artrópodes terrestres, principalmente conhecido como aracnídeos. Medicamente classes significativas de aracnídeos incluem as aranhas, carrapatos e ácaros e escorpiões. Infelizmente, através de mitos, lendas e meios de comunicação hoje em dia, as aranhas têm ganhado a fama de ser perigosa e prejudicial, e em algumas pessoas, incutir o medo psicológico conhecido como "Aracnofobia. Na realidade, muito poucos são perigosos para o homem e os relatórios dos meios exagerar os perigos das mordidas de aranha são muito desproporcional à ameaça real de que elas representam.

veneno neurotóxico

Afeta junções neuromusculares
Dor aguda no peito e no abdômen (cramp-like pains) (dores tipo cãibra)
Dificuldades em respirar, palpitações do coração
Náuseas e vômitos
Sudorese, febre, salivação excessiva
O aumento da pressão arterial
Erupção cutânea pode se desenvolver
Os sintomas geralmente começam cerca de 1-3 horas depois de ser mordido
Mais severamente afetados são crianças e idosos

veneno citotoxico

Afeta o tecido celular e geralmente restrita à região da picada
Mordida inicial é indolor, mas os sintomas se desenvolvem cerca de 2-8 horas depois, a área se torna dolorosa e inchada
Eventualmente pode formar uma bolha sobre uma lesão necrótica, que então evolui para uma ferida ulcerada (até 10cm)
Úlcera vai curar durante meses e deixar uma cicatriz.
Em casos extremos, enxertos de pele podem ser necessários
Em casos graves, as condições sistêmicas podem ocorrer, por exemplo, trombocitopenia, CIVD (Coagulaçao intravascular disseminada), insuficiência renal





No Brasil temos poucos generos que são realmente perigosos ao ser humano:

Loxosceles sp:


Latrodectus sp:



Phoneutria sp:



Estudos indicam que a mygalomorfa Trechona venosa tenha veneno ativo no ser humano.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Família Aracno hobby Brasil


É, a família aracno hobby ta crescendo, os brothers todos dando suas contribuições! é isso aí galera! esse é o caminho! Estranho pensar em como podemos fazer amizades tão sólidas pela net... fico pensando nisso! muito massa!
abração a todosss!!!

[chel.jpg]por Theraphosidae


Bom fui chamado pelos brothers pra postar aqui, fiquei bem feliz com o convite e pretendo postar sempre que possivel :D

Vou começar com uma foto da anatomia das caranguejeiras ;D

Como preparar o habitat

Quando iniciei no hobby de aracnídeos, várias coisas me passavam, e ainda passam, pela cabeça com relação a espécies, comportamento, decoração, melhor tipo de substrato, adaptação do animal.
Meu primeiro contato com aracnídeos foi através das
Avicularias do meu irmão mais velho que já eram adultas.
Pessoalmente prefiro lings,
que geralmente chegam a mim com 1,5 a 3 cm, assim posso acompanhar o seu desenvolvimento de perto.

Uma de minhas favoritas, a V. sorocabae, quando chegou com 2 cm, foi colocada num pote usado para guardar purpurina forrado com algodão e cuidei para que a umidade estivesse em torno de 60 a 75%, nessa fase sua alimentação era a base de grilos, baratas e mariposas.


Atualmente Com 6 meses, pouco mais de 5 cm, ela já esta num pote maior com substrato de terra, vermiculita e fibra de côco. Sua alimentação é a base de baratas, mariposas e neonatos de camundongo e mercol.


Durante algum tempo venho acumulando material coletado na internet e acrescentando a eles algumas coisas que acredito serem úteis no entendimento, escolha e montagem do terrário ideal para sua caranga.
Aqui vai um pouco de informação e cuidados sobre terrário para que possamos discutir e aprender mais a respeito da moradia desses animais.
Lembrando a todos que cada criador possui as suas preferências.

Tamanho: As aranhas exigem terrários bem simples, que devem ser construídos de acordo com a espécie, arbóreas, cavernícolas ou terrestres. As arbóreas suportam quedas de até 2 metros. Gostam de escalar e de ficar coladas na lateral do terrário, pois na natureza, vivem em árvores. Decorar com galhos e troncos é bom, pois servem de toca e é onde escoram a teia. As terrestres precisam de solo mais profundo de no mínimo cinco centímetros onde cavam tocas, bem como de uma folha sobre a superfície, que também serve de abrigo. O tamanho no primeiro ano de vida, um espaço de 10x10x10cm é suficiente, já que as aranhas nascem com meio centímetro e levam tempo para crescer. Depois, até três anos, pode ser usado um terrário de 20x15x15cm, com tela bem fina em cima para ventilação. Adultas necessitam de terrários que variam de 20X20X20 (para espécies como a sickius longibulbi) a terrários com 60X40X40 (como a Theraphosa leiblondi), tudo dependendo da espécie e do comportamento (terrestres, arborícolas ou cavernícolas).

Material e Substratos: Paredes transparentes, de preferência de vidro para visualização; Tampa para ventilação com tela bem fina e os melhores substratos para caranguejeira são: areia, cascalho de rio, terra vegetal (sem nenhuma adição de adubo ou qualquer outra coisa), pó de casca de coco ou vermiculita. Cuidado com o uso de terra preta ou vegetal, assim como com restos de comida, pois isso pode, e provavelmente irá, causar o surgimento de microorganismos no solo, o que pode levar a aranha à morte se esses mesmos microorganismos se proliferarem de maneira desordenada. A limpeza do substrato deve ser mensal, mas o ideal é retirar os restos de alimentos e outras coisas indesejáveis sempre. Na decoração de terrários para aranhas terrestres podem ser usados algumas pedras e troncos caídos ou cascas de árvore, que proporcionam um esconderijo, já as arborícolas preferem apenas alguns galhos e troncos, que é necessário. O uso de plantas nos terrário deve ser feito com muito cuidado, pois a maioria dos terrários não possui a iluminação adequada, podendo levar essas plantas a morte e conseqüentemente a contaminação do substrato.

Esterilização
:
O uso de folhagens secas, terra, areia
, cascas de árvore, pó de casca de coco e musgo como substrato em terrários é muito atrativo, pois deixa o ambiente mais natural, mas esses substratos podem vir com parasitas (inclusive carrapatos, piolhos e pulgas) e fungos que prejudicam a aranha. Para isso é preciso esterilizar antes de usá-lo no terrário. A melhor forma de se esterilizar areia e terra é peneirar bem e depois colocar em uma bandeja e deixar no forno, a 230°C, durante cerca de 10 min. Com a folhagem e o pó de casca de coco é mesma coisa, mas antes é bom dar uma lavada nas folhas e no pó de casca de coco. Com as folhagens, é melhor manter o forno a temperaturas um pouco mais baixas (em torno de 150-170°C) e manter por um pouco mais de tempo. Folhas que ainda não estão secas, após permanecerem esse período no forno, tornarão secas, e algumas podem até exalar um odor agradável; algumas espécies de hera, por exemplo, após serem secas no forno, exalam um cheiro parecido com o de amendoim, minimizando qualquer cheiro desagradável. No caso do musgo e pedaços de cascas de árvore trituradas, já existem os industrializados feitos propriamente para serem usados como substrato e decoração de terrários que já passam por um processo de limpeza. Em floriculturas pode se encontrar musgo que não são esterilizados. Para esterilizar esse musgo pode se fazer da mesma forma que se usa para esterilizar folhas secas e cascas de árvore. Antes de colocar troncos, galhos, pedras e outros apetrechos pegos em qualquer lugar também se devem dar uma boa lavada e deixar secar ao sol antes de colocar no terrário.
Todos os comentários acima acerca de esterilização são técnicas nem sempre utilizadas por alguns criadores, pois os mesmos alegam que a esterilização irá acabar, além dos agentes patógenos, com os organismos protetores, e isso também poderia vir a causar problemas no futuro, não existe nada comprovado para nenhum dos dois casos.
Cada criador deve tirar suas próprias conclusões e fazer da maneira que acha melhor para a sua realidade.

Umidade:
Água é fundamental, refresca e sacia a sede
da aranha, mantendo a umidade. Pode ser oferecida em vasilha ou pote. Algumas espécies como a Grammostola, chegam a mergulhar nos potes quando está muito quente. Para espécies arborícolas, costumo borrifar água na teia, pois percebi que poucas descem até o solo ou buscam o pote d´água. Mas encontrei um projeto interessante onde o criador colocou o pote bem alto na decoração, possibilitando que a aranha tivesse acesso mais fácil.



para acessar mais fotos:
http://www.arachnoboards.com/ab/showthread.php?t=145423&page=2

Temperatura
:
Entre 20 a 30 graus, Variando para algumas espécies. Essa temperatura é a natural em diversos estados do nosso pequeno Brasil, mais em alguns são atingidas temperaturas abaixo de 20, 15 e as vezes 10 graus, para resolver esse problema pode ser usada uma pedra aquecida, alguns criadores se utilizam de lâmpadas para aquecer os terrários.


Iluminação
:
Você pode usar a lâmpada nigthglo que faz parecer o luar e estimula a aranha a caçar.


Lings
:
Os lings ou “slings”, são animais, aranhas, que possuam em torno de
10 a 20% do tamanho da espécie.
Podem ser alimentados com patas de grilos (pegam super bem), larvas de besouro do amendoim, tenébrios, grilinhos, baratinhas e drosófilas.

Jovens
:
Animais com tamanho em torno de 20 a 60% do tamanho esperado para espécie.

Podem ser alimentados com tenébrios, grilos, baratas e neonatos de camundongo.

Fêmeas adultas
:
Animais com mais de 60% do tamanho esperado para espécie.

Podem ser alimentados com camundongos adultos ou jovens (dependendo da espécie), grilos, baratas e tenébrios gigantes.

Machos adultos
:
Animais já maturados sexualmente, em geral são menores que as fêmeas. Praticamente não se alimentam após a maturação, mais podem vir a comer grilos, baratas e tenébrios gigantes. Normalmente não comem camundongos.


Dúvidas mais comuns: Minha aranha já está a 1 semana sem aceitar comida o que pode estar acontecendo?
Provavelmente ela está recusando alimentação porque está satisfeita naquele momento, pode ser ecdise que está por vir, ou simplesmente ela não está afim de comer mesmo. Caranguejeiras são temperamentais, é normal elas ficarem sem comer por longos períodos de tempo, desde que as condições do terrário estejam dentro da normalidade.


por #13
Compartilhar o conhecimento, é mais que aprender.

Momento conhecimento!

Em 1856 White descreveu a primeira espécie de Brachypelma, B. emilia, edêmica da Costa do pacifico no Mexico. Desde então outras cinco espécies edêmicas foram descritas nessa área (B. auratum, B. baumgarteni, B. boehmei, B. pallidum, B. smithi). Em 1994 Schimidt e krause descreveram uma nova espécie da subfamilia Theraphosinae proveniente da costa oeste do méxico, no inicio foi descrita ao genero Brachypelmides, mais tarde essa aranha foi transferida ao gênero Brachypelma por Perez milles, sendo ela nomeada como Brachypelma klaasi.

(pequeno trecho retirado, resumido e traduzido do Jornal de aracnologia 27:196-200, versão full no link http://www.americanarachnology.org/JoA_Congress/JoA_v27_n1/arac_27_01_0196.pdf)

[chel.jpg]por Theraphosidae

"Buliram muito com o praneta o praneta, como um cachorro eu vejo, c ele ja num guenta mais as pulga se livra delas num saculejo"








Nome Cientifico: Iridopelma Hirsutum

Nome Comum: " iridopelma sp recife"

Localidade: Nordeste do Brasil; area litoranea , mata de transiçao.

Gênero Iridopelma Pocock, 1901, com I. hirsutum Pocock, 1901, I. zorodes (Mello-Leitão, 1926) e 1 nova espécie do Brasil;

Avicularia palmicola Mello-Leitão, 1945, considerada um sinônimo júnior de Iridopelma hirsutum Pocock, 1901.

Especie de habitos arboriculas, sao o sonho de muitos criadores... de temperamente muito instavel essas aranhas... nao gostam muito do manuseio... correndo e pulando... da sua mao...

controem uns ninhos muito bonitos... com teia bem consistente pedaços de folhas e casca de madeira

Brachypelma smithi (Mexican Red Knee).




E aí cambada! blz!!! Bom hj é terça feira e to de FOLGA!! Maravilha!!!! Massssssss...... tenho muita coisa para fazer na monográfia ainda! Bom, o que importa é que to em casa e posso ir escrevendo a mono e fazer outras coisitas, como fumar um narguile e observar meus bichinhos.
Hj tb tive um otimo bom dia, pq acordei com o brother brunão me ligando.... e suas palavras foram as seguintes: "acorda vagabundo, elas chegaram".
Bom ele tava se referindo a uns lings de Grammostola, Nhandu e Acanthoscurria que ganhei de alguns brothers (valeu galera).... tudo isso é ótimo... mas é mais um motivo para minha mina ficar puta da vida....bom depois resolvo com ela.
Chegaram bem graças aos deuses... e já alimentei as duas Grammos... aproveitei e joguei uma ninfinhas de grilo para as smithis tb.... e não pude deixar de pensar em quando elas estiverem maiorzinhas....To meio na dúvida, pq ja ouvi dizer que demoram um bocado para crescer, e ouvi dizer de outros que o crescimento é normal... to no dilema.... mas enfim... o que importa é que elas tão se alimentando bem.
Bom, ta ai a fotinho de um exemplar adulto que o brother Silvião tirou em um lugar secreto hehehe.... não vejo a hora dela chegar nesse instar!
Antes de adquirir um exemplar de B. smithi é importante que o criador saiba de algumas coisinhas sobre a sp... embora seja uma das espécies mais criadas no mundo todo e abundante em pets shops, poucos criadores sabem que no habitat natural as red knee estão correndo perigo de extinção. Correm tanto perigo que isso lhe rendeu juntamente com outras sp do gênero um lugar no apêndice II da cites entre os invertebrados.

Devido a especulação imobiliaria que destroi seus habitates naturais, a coleta desenfreada e a alta mortalidade depois da copula 99% (não fui eu que inventei isso, foi Baerg em 1958 que constatou tal fato), a lindas Brachys tao literalmente fudidas.... Como nós apaixonados pelo gênero influenciamos isso.... comprando aranhas sem procedencia nenhuma... coisa que fazemos por aqui no Brasil... devemos pensar muito bem antes de adquirir um exemplar de qualquer sp.... seja ela uma acanthoscurria bem comum ou uma rara Nhandu vulpinus.... devemos sempre opitar por aranhas nascidas em cativeiro, assim fortalecemos o hobby em varios aspectos.

Comprando aranhas de criadores serios olha só no que vc ajuda o hobby!

1º diminuimos as coletas;

2º comprando animais nascidos em cativeiro insentivamos as cópulas e aumentamos o nivel de conhecimento de nossos hobbystas;

3º Se não comprarmos dos coletadores, esses lixos acabam desencanando e sumindo, por que o que eles querem mesmo é dinheiro, não são hobbystas de verdade, não tem paixão pelo hobby, assim quem insentiva a coleta somos nós mesmos comprando desses merdinhas.

Mas tambem não podemos ser hipócritas, já que as matrizes primordiais sempre vão ser provenientes da natureza. É claro que se o habito de comprar apenas aranhas com procedencia virar constante no hobby nacional não serão necessarias coletas da maioria das sp brasileiras. Por isso camarada hobbysta pense bem antes de comprar uma aranha coletada.... e se for comprar pense bem no motivo da compra.... se vc comprar uma coletada pensando em copular e distribuir no hobby é um motivo plausivel... e possivelmente irá contribuir muito mais com a fauna nativa do que apenas comprar para deixar no terrario e a aranha morrer VIRGEM.

Bom cambada, é isso ae! abraços aos brothers e bjinho na bunda das sistersssssss huauhahu!

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segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Podem tirar o animal da natureza, mas não podem tirar a natureza do animal




nome cientifico: Heteroscodra Maculata

nome comum: Togo Starburst Baboon

Local:Togo oeste e centro africano


eh arboricula muita rapida e com veneno ativo... essa figurinha ai deu trabalho pra fotografar... eh um lindo animal d caracteristicas unicas... muito apreciada tbm no hobby internacional... constroi ninhos de teia muito espessa entre os galhos das arvores....

domingo, 23 de agosto de 2009

Domingão chuvoso!


Bom, passou o domingo, 00:37, já é oficialmente segunda, hj não fiz porra nenhuma, me curei da ressaca de ontem, almoçei na casa da sogrona, por sinal o almoço tava delicioso, comi um estrognofe de 1º. Cheguei em casa depois do jogo do tricolor, que por sinal me decepcionou hj, mas enfim, ainda tamo no G4!!!!!!! uepaaaaaaa!!!! dormi pacaraio agora anoitinha, não escrevi uma linha na minha monografia, (peso na consciencia).
Fui cuidar da bixarada, e acompanhei mais alguns passos da sorocabae tecendo a ooteca, hj ela depositou os ovos, foi muito massa acompanhar, ta ate agora lá trabalhando! tadinha! trabalha sem parar. Acho muito massa esse cuidado parental das aranhas, imagine o gasto energetico dos bixos, a gestação, a construção da ooteca, o cuidado com ela, e o cuidado ate a eclosão e dispersão dos lings.... muito gasto.... e imaginar que tudo isso depende de reservas, pq no periodo em que ela esta com a ooteca não come.
Aqui vão mais umas fotinhos......

[chel.jpg]por Theraphosidae

Poecilotheria rufilata a "Fera malhada"








Tbm conhecida como Red Slate Ornamental, a Poecilotheria Rufilata vem de um genero onde cada especie parece uma obra de arte... originaria das montanhas da India as P. Rufilatas são as maiores do genero chegando a medir 22cm, com veneno ativo ao ser humano e uma cara de mal essas aranhas ganharam seu espaço no hobby mundial... no entanto esse exemplar (ainda ling 6cm) naum demonstra agressividade. Com apetite voraz e uma camuflagem perfeita elas se tornaram otimas caçadoras.

Outra ooteca de V. sorocabae a caminho!


E aí galera blz! bom hj de manhã quando acordei tive uma surpresa, uma das minhas fêmeas de sorocabae esta fabricando uma ooteca!
Agora fiquei com 2 ootecas de V.sorocabae! Coloquei para copula as duas, mais ou menos na mesma epóca! Agora vou ficar cheio de lings de sorocabae aqui em casa! foda! Acho q vou lá em sorocaba soltar uns lings rsrsrrss!!!

sábado, 22 de agosto de 2009

sexta-feira, 21 de agosto de 2009






Las
iodora
klugi (CL Koch 1841)
.


Descrita em 1841 por CL Koch pesquisador que descreveu vários gêneros e espécies de importante interesse médico como Latrodectus geometricus e algumas espécies do gênero Tityus a aranha Lasiodora klugi é uma das espécies mais criadas por hobistas do mundo inteiro.

DISTRIBUIÇÃO: Sua área de distribuição é ampla, sendo comum nos estados do Nordeste, sobretudo na Bahia, o que lhe rendeu o nome popular no exterior de Bahia scarlet bird-eater tarantula, no entanto existem relatos da presença da espécie no Rio de Janeiro, Minas Gerais e Vale do Paraíba, mas deve se levar em conta a presença de outras espécies do gênero Lasiodora nesses estados, e a semelhança entre as espécies desse gênero.

TAMANHO: Grande, possui a coloração marrom escura, quase negra mesclando com o vermelho escarlate, atinge geralmente 20 cm, existem relatos de exemplares em cativeiro de até 22 a 23 cm, o cephalotorax de tonalidade marrom escuro possui cerdas acinzentadas, criando a impressão de possuir a região coberta por camurça. As patas são robustas e os tarsos são bem desenvolvidos se comparados ao de outras aranhas terrestres como as do gênero Vitalius e Acanthoscurria. O abdômen possui cerdas urticantes de cor avermelhada, as quilíceras possuem cerdas acinzentadas mescladas ao fundo marrom quase negro.

TEMPERAMENTO: A experiência que tenho com L. klugi é de que se trata de espécie dócil, mas já ouvi relatos de outros criadores de que seus exemplares "soltam muitos pelos" ou reagem com picadas a pinças, por sorte nenhum dos exemplares que já vi ou possui demonstraram tal comportamento.

ALIMENTAÇÃO: Alimentam-se, sobretudo de artrópodes, tais como baratas, grilos, gafanhotos e outras aranhas, mas não negam pequenos vertebrados, como anuros, répteis e mamíferos. Em uma ocasião ofereci a um exemplar adulto um pequeno roedor, ao perfura-lo com suas queliceras fiquei impressionado com a velocidade com a qual o camundongo morreu, pesquisando descobri que o veneno das Lasiodoras age no parassimpático, sobretudo na liberação de acetilcolina um importante neurotransmissor, assim atua diretamente em ações como ritmo cardíaco e pressão arterial. Nos humanos o veneno é pouco tóxico, não oferecendo maiores perigos.

COMPORTAMENTO: No terrário são bem ativas, possuem o habito de subir ao vidro, tal comportamento me faz pensar se na natureza estas possam vir a subir em arvores. Certa vez na Bahia perguntei a uma prima se ela ja havia visto um exemplar de klugi, e mostrei-lhe um individuo que havia coletado, de prontidão ela me assegurou que havia visto muitas vezes Lasiodoras na calha e madeiramento do telhado do seu rancho, tal resposta me fez indagar se não se tratava de algum outro gênero baiano com hábitos arborícolas como Iridopelma ou Avicularia, mas minha prima me assegurou ser como ela descreveu “uma das grandonas!" Isso talvez esteja relacionado ao porte de seus tarsos, provavelmente ja deve ter bibliografia citando algo nesse sentido, o problema é que existe pouca informação sobre a ecologia desses animais. Em buscas de campo sempre as achei em baixo de troncos e ao meio de lenha empilhada.

UMIDADE: A umidade deve girar entre os 70 a 80%, no entanto suporta uma umidade menor.

TEMPERATURA: A temperatura ideal é entre os 25 a 28°C, mas suportam temperaturas mais baixas.

TERRÁRIO: O substrato do terrário não precisa ser tão profundo, não possuem o habito de cavadoras e tão pouco se enterram. O terrário deve ser grande, de preferência com um comprimento maior do que 50 cm para exemplares adultos. De preferência por terrários não tão altos, ja que as aranhas são robustas e possuem o habito de subir nos vidros, uma eventual queda pode resultar na morte do individuo.

Enfim, trata-se de uma aranha comum no hobby, mas na minha humilde opinião uma das espécies mais bonitas e legais de se criar, obrigatória em qualquer coleção.


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Cópula 21/08/2009 as 18:00 hrs.

Agora é só aguardar os lingzinhos!




















[chel.jpg]por Theraphosidae

Cópula, 21/08/2009

Ola galera!!!!!!! to postando aqui no blog do ARACNO HOBBY BRASIL pela primeira vez, otima iniciativa do brother Therafuckie de criar o grupo, reunir os criadores serios e responsaveis, mas enfim, vamo que vamo, bom....... hj resolvi copular meus exemplares de L. klugi.Foi uma cópula tranquila, as Lasiodoras em geral são bem receptivas com os machos, como dizem "ele chegou chegando", rsrsrsrs ou "pegou ela de jeito", rsrsrss.
Bom a verdade é que foi uma cópula bem tranquila, eles ficaram abraçados por uns 6 min, bem mais do que a cópula de sorocabae que realizei no começo do ano, na cópula da soroca as aranhas não ficaram abraçadas nem 1 min. Estava ancioso por que a minha fêmea de L. klugi é bem robusta e tava achando q o macho não iria conseguir bater em retirada! Foi quase isso que aconteceu, mas ele foi bem espertinho, ela ainda tentou segurar ele com as queliceras mas não conseguiu! Agora é só torcer para a ooteca sair e aguardar os lingzinhos nascerem! abraçosssss!!!! FUIIII!!!!

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quinta-feira, 20 de agosto de 2009


"A natureza faz com que nós homens nos pareçamos uns com os outros e nos juntemos; a educação faz que sejamos diferentes e que nos afastemos." (Confúcio)

Nome Cientifico: Aglaoctenus Lagotis

Nome Comum:

A Aglaoctenus lagotis ocorre no cerrado , pantanal e Mata Atlântica de interior, chegando até a Argentina. A Aglaoctenus Lagotis é uma aranha solitaria, apresenta cuidadomaternal e os individuos c dispersam no terceiro estagio, construindo teias individuais.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009


"A natureza é o único livro que oferece um conteúdo valioso em todas as suas folhas." (Goethe)

Nome cientifico: Michratena Clipeata

Nome comum: Aranha de espinho (Spiny spider)

localidade: Sudeste do Brasil, Regiao da serra do Mar

Existem cerca de 117 espécies do gênero. Micrathena. . Pertence à família de aranhas tecedeiras, uma enorme família de aranhas. Estas aranhas variam muito em cor, forma e tamanho, medindo entre 2 - 30 milímetros (1 / 16 - 1 1 / 4 ") de comprimento. Têm oito olhos dispostos em duas fileiras horizontais de quatro olhos cada. Os machos são geralmente muito menor do que as fêmeas e geralmente falta o vistoso colorido.


"Quando os homens não olham para a natureza, julgam sempre poder melhorá-la." (John Ruskin)

trilha em biritiba mirim... um lugar com uma araneofauna muito rica... era inverno entao nao tive tanta sorte... mas agora na primavera eu retorno lah...


"Vive em harmonia com as leis da natureza e nunca serás pobre. Vive em harmonia com as opiniões e nunca serás rico." (Sêneca)


Nome cientifico: Aphonopelma Seemanni

Nome comum: Zebra da Costa Rica

Localidade: Costa Rica e Guatemala
Temperamento: Agressivo
Curiosidade: Na fase Adulta produz uma susbtancia nas patas q auxilia na escalada de superficies lisas...

voltar a natureza


Eu também quero a volta à natureza. Mas essa volta não significa ir para tráz, e sim para a frente." (Friedrich Nietzsche)