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sexta-feira, 4 de setembro de 2009

quarta-feira, 2 de setembro de 2009


A alimentação das caranguejeiras:


A dieta das caranguejeiras se baseia em insetos, em cativeiro os alimentos geralmente oferecidos são baratas, grilos e tenebrios.Algumas vezes, para aranahs de grande porte como femeas adultas é possivel oferecer pequenos roedores...

Elas pulam sobre a presa picam e seguram com a ajuda dos pedipalpoes e o primeiro par de patas até que o alimento morra em consequencia do veneno.

As aranhas não possuem um sistesma digestivo interno desenvoldido e para digerir suas presa elas injetam o veneno que atua como o nosso suco gástrico digerindo a presa de dentro para fora. O veneno é injetado por um par de presas ocas situadas nas queliceras paralisando, matando e digerindo o alimento.

As caranguejeiras aguentam longos periodos sem comer, conheço um caso de uma fêmea adulta que passou 1 ano só bebendo água porque perdeu uma presa durante a ecdise, Eu mesmo tenho uma Grammostola actaeon que não come faz cerca de 3 meses. É perfeitamente normal que sua aranha passe alguns periodos sem se alimentar, as principais causas são :


- Pré-ecdise: É o periodo antes da troca de pele(ecdise)no qual a aranha geralmente fica entocada (normal ela tampar a entrada da toca com substrato e teia), fica quieta e fica algum tempo sem comer, quanto maior a aranha maior o tempo de pré ecdise.

-Pós-ecdise: É o periodo de cerca de 5 a 7 dias após sua aranha fazer a muda, o exoesqueleto ainda não está seco e por isso ela nao consegue comer, não não se deve oferecer alimento nesse periodo já que o alimento pode machucar a aranha


-Frio: Quando a temperatura está baixa o metabolismo das aranhas fica mais lento, sendo assim, é pefeitamente normal que sua aranha passe um periodo sem comer

-Satisfação: As vezes as aranhas comem bastante e passam um tempo sem comer denovo, é perfeitamente normal...

Montagem do terrário

Seguindo a postagem sobre a montagem do terrário, aqui vão medidas de terrário com relação a algumas espécies, além da umidade e também como podem ser "classifidas" pelo tamanho e comportamento.

Na construção do terrário para uma caranguejeira devemos ter atenção para cada espécie, a variação ocorre por tipo e tamanho (C x L x A).


Arborícolas pequenas e medias

= 20 x 15 x 30

Arborícolas grandes

= 25 x 30 x 45

Terrestres pequenas e medias

= 30 x 20 x 30

Terrestres grandes

= 40 x 30 x 30

T. blondi

= 60 x 40 x 30

Espécie/Umidade (mín. e máx.)/Tamanho


Lasiodora klugi = 75/85 = terrestres grandes

Lasiodora isabellina = 75/85 = terrestres grandes

Grammostola Alticeps = 65/75 = terrestres pequenas e medias

Grammostola grossa =75/85 = terrestres grandes

Vitalius sorocabae = 60/70 = terrestres pequenas e medias

Vitalius roseus = 60/70 = terrestres pequenas e medias

Iridopelma hirsutum = 80/85 = arborícolas pequenas e médias


Lembrando a todos, que essas informações podem variar, e que as medidas acimas são medidas mínimas que irão servir apenas como base.

por #13
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terça-feira, 1 de setembro de 2009

Grammostola rosea

Também conhecida por Rosa Chilena, leva o nome obviamente, por ser proveniente do Chile, e seus pêlos tem tons de castanho e rosa e seu tórax é cor-de-rosa brilhante forte.
Características
É sem duvida uma das melhores para começar no hobby de criação de aranhas. Além de calma, é bonita, ativa, grande e resistente aos maus tratos que podem acontecer com criadores menos experientes e descuidados.
Tempo de Vida
As fêmeas vivem de 15-20 anos. Os machos morrem após a cópula, o que acontece quando atingem maturidade sexual, por volta dos 3 ou 4 anos. As fêmeas atingem a maturidade sexual com 5 anos.
Distribuição e Habitat
Encontram-se no Chile, Bolívia e Argentina em zonas áridas e semi-áridas. Vivem em tocas rasteiras estas são encontradas disponíveis ou são escavadas pelos próprios indivíduos e revestidos por uma fina camada de seda. Gostam de ambientes com temperatura por volta dos 22ºC e umidade 70%.
Tamanho
De crescimento lento, medem cerca de 14 cm de comprimento e cerca de 12 cm de amplitude máxima das patas.
Alimentação
Caçam à noite fazendo emboscada, usando seu veneno (não nocivo para o Homem) para paralisar as presas. As tarântulas não conseguem digerir o alimento internamente, então, injetam os sucos digestivos para o interior da presa e sugam, posteriormente, os produtos da digestão. Alimentam-se de vertebrados sendo o mais comum grilos.
Reprodução
É uma espécie ovípara. Durante o acasalamento, os machos ficam particularmente vulneráveis à predação por parte das fêmeas, por isso, nestes, o primeiro par de patas tem um esporão cuja função é manter afastadas as quelíceras das fêmeas. Cada postura pode ter de 100 a 250 ovos. O período de incubação é de cerca de três a quatro meses.
por #13
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Os pequenos notaveis






TITYUS SERRULATUS








Nome Científico: Tityus serrulatus
Nome Comum: Escorpiao Amarelo



Apresenta tronco marrom-escuro, pedipalpos e patas amareladas; a cauda amarelada apresenta uma serrilhada dorsal nos dois últimos segmentos e uma mancha no lado ventral da vesícula. Medem de 6 a 7 centímetros. Apresenta quatro pares de patas, como qualquer representante da classe aracnida. O corpo do escorpião é formado de um prossomo revestido por uma carapaça quitinosa e um abdômen longo que termina em um aparelho do ferrão. Há um par de olhos medianos elevados localizados no meio da carapaça. Há também de dois a cinco pares de pequenos olhos laterais localizados ao longo da margem lateral anterior da carapaça. As quelíceras são pequenas e com garras, projetando-se para a frente do corpo. Os pedipalpos são aumentados, formando um par de "pinças" para captura de suas presas. O abdômen do escorpião é dividido em duas porções primitivas: pré-abdômen e pós-abdômen. O pós-abdômen é muitas vezes reconhecido por cauda, onde encontra-se o aparelho do ferrão.



No Brasil é amplamente disseminado nos estados de Minas Gerais,Goiás, Bahia, Rio de Janeiro e no estado de São Paulo, havendo ocorrência também no Rio Grande do Sul.



TITYUS BAHIENSIS










Nome Cientifico: Tityus Bahiensis


Nome Comum: Escorpiao preto ou marrom




Também conhecido como escorpião marrom. Apresenta colorido geral marrom-escuro, as vezes marrom-avermelhado, patas castanho-amareladas com manchas escuras, fêmures e tíbias dos pedipalpos com mancha escura e cauda avermelhada. Mede em média 6cm de comprimento. A mão do macho é bem dilatada. De hábitos noturno e solitário, esconde-se durante o dia sob madeiras ou pedras, cupinzeiros e também frequenta casas, abriga-se atrás de vasos sanitários, roupas para lavar/passar, batentes de portas, tacos soltos, dentro de sapatos, sob pedras e entulhos, caixões em túmulos, terrenos abandonados e mal cuidados, etc. Sua picada causa dor muito intensa, sendo necessário aplicar anestésicos. Em crianças ou nos casos graves deve-se aplicar soro antiescorpiônico ou o soro antiaracnídico, que é polivalente. Alimenta-se de baratas, grilos, cupins, aranhas de porte médio, caça insetos e aracnídeos debaixo de pedras, troncos ou escombros. A reprodução é cruzada, havendo a necessidade do encontro de macho e fêmea em períodos determinados do ano. É vivíparo, os filhotes desenvolvem-se dentro da mãe e o nascimento efetua-se por meio de parto, sendo a gestação longa, de 2 a 3 meses. Uma ninhada pode ter até 20 filhotes os quais ficam nas costas da mãe até a primeira troca de pele. Os filhotes ficam adultos após 5 a 6 mudas de pele, com cerca de um ano de idade. Vivem em média 3 a 4 anos. Tem a capacidade de atender sua necessidade de água retirando umidade do ar respirado. É o escorpião que causa os acidentes mais freqüentes no Estado de São Paulo. Seu veneno age sobre o sistema nervoso periférico. Sua picada provoca dor local intensa, freqüentemente irradiada, com pontadas intermitentes, diminuição da temperatura do corpo, edema discreto, sudorese local e prostração. Em casos graves há alterações cardiovasculares e edema agudo de pulmão. O sinal da picada às vezes não se percebe, porém a dor forte e imediata que ela provoca faz com que a vítima possa ver o animal causador. É importante saber se a picada foi produzida por escorpião ou aranha, uma vez que os sintomas das picadas de escorpião são semelhantes aos das picadas de aranhas com veneno neurotóxico. Habita terras áridas e rochosas, exigindo locais úmidos para se abrigar, barrancos de estradas de acesso, cupinzeiros e sob moitas de capim, lugares úmidos sob pedras e troncos, mata atlântica e floresta de Araucária. Ocorre no Leste e Centro do Brasil, da Bahia ao norte da Argentina, Paraguai, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Goiás e Mato Grosso do Sul.


domingo, 30 de agosto de 2009

Momento conhecimento 2



COMPLETANDO O QUE O BROTHER VI ESCREVEU SOBRE AS EPHEBOPUS, VOU POSTAR UM TEXTO MUITO INTERESSANTE QUE LI NO FORUM, FOI POSTADO PELO GAUCHO! COPIEI E COLEI! ACHEI MUITO BOM, E ACHO QUE COMPLETA O QUE O VI JÁ HAVIA DITO.

"por strubles em Qua Jan 16, 2008 4:06 pm Vou postar aqui o texto mais completo que encontrei, espero que seja útil a todos que possuem essa espécie! Ephebopus murinus - Texto de Thomas Boston – Traduzido do Dinamarquês para o Português por Luiza Bertolucci. Nós estamos numa úmida região pantanosa na Guiana Francesa. Acabou de chover torrencialmente, apesar de estarmos fora da estação das chuvas (que normalmente ocorre em Janeiro/Fevereiro). Bem, neste lugar a terra vermelha é coberta por grama e em alguns lugares têm pequenas elevações que são uma mistura de terra e resto de plantas, fixado com uma forte e grossa teia. No meio existe um buraco que continua num túnel vertical que desce meio metro dentro da terra. Essas tocas pertencem a uma espécie que se separa claramente da maioria das outras representantes da subfamília Aviculariinae, pois vivem na terra e são únicas tanto na morfologia como no comportamento. Descrição A Ephebopus murinus (Guiana Francesa) apresenta um cefalotórax marrom-claro/bege com longas pernas negras, que possuem marcas amarelas em alto contraste. Essas marcas e as fortes cores são o que formam a base do nome polular, inspirado no Helloween: O Esqueleto (Nome comum TOSCO, do jeito que os gringos gostam). O abdómen é marrom escuro e não apresenta pêlos urticantes, que são tão caracteristicos das especies de caranguejeiras da América do Sul. Com a sua formacao especial, a Ephebopus murinus parece mais uma aranha arborícola: as pernas da frente são extremamente longas e fortes com largos "tarsi, metatarsi e scopulae’’. O gênero Avicularia têm espécies que estão mais próximas geneticamente do Ephebopus, pertencendo ambos à subfamilia Aviculariinae. Em relação ao tamanho, é considerado médio-grande. A Ephebopus murinus está na mesma classe das menores Avicularia. As fêmeas têm um comprimento de corpo entre 5-6 cm e um comprimento total entre 12-14 cm. Os machos da espécie têm as listras características nas pernas, mas com o contraste preto/amaralo menos marcante. O motivo disso se deve a uma densa cobertura de pêlos amarronzados com cerca de 5 mm, que crescem em 90º em relação ao corpo. Nos machos, o cefalotórax têm uma mancha em forma de triângulo, lembrando o padrão observado nas Brachypelma emilia. O comprimento total dos machos fica entre16 e18 cm, tendo comprimento de corpo de 4 cm. Como nas outras caranguejeiras, é bem menos robusto que as fêmeas, apresentando o típico esporão encontrado atrás das tíbias do primeiro par de pernas. Os filhotes dessa espécie são pretos com pernas traseiras avermelhadas. As pernas dianteiras desenvolvem os padrões característicos rapidamente, sendo morfologicamente muito próximos das aranhas femeas adultas. Existem 4 espécies descritas no gênero Ephebopus, todas incríveis tanto na forma como na coloração: Ephebopus cyanognathus (West & Marshall, 2000), Guiana Francesa Ephebopus murinus (Walckenaer, 1837) Brasil, Guiana Francesa e Inglesa Ephebopus rufescens (West & Marshall, 2000), Guiana Francesa Ephebopus uatuman (Lucas, Silva & Bertani, 1991) Brasil, Reserva Ducke Existem boatos que Peter Klaas encontrou uma nova especie. Em alguns lugares se encontra o nome Ephebopus violaceus (Mello-Leitão, Brasil), mas essa especie foi incorporada ao gênero Avicularia (West e Marshall 2000). Habitat e Variações A Ephebopus murinus ocorre nas Guiana Francesa, Inglesa e em alguns locais no Brasil. Ainda não ouvi sobre Ephebopus no Suriname, país que separa o Brasil das duas Guianas, mas eu creio que elas existam lá também. Em várias espécies de aranhas existem variações, que claramente se adaptaram a diferentes habitats. Assim como Aphonopelma seemanni, existem no mínimo três formas de E. Murinus: 1- Uma menor e marron claro que vive em regiões mais secas. 2- Uma maior que vive em regiões tropicas de mata fechada. 3- Uma menor que existe no Brasil. Essa última apresenta a carapaça mais escura e umas marcas mais fortes nas pernas. Para aqueles que têm ou planejam ter uma Ephebopus, acho importante vocês saberem de onde sua aranha vêm. Creio que as diferentes variações possam cruzar entre si sem problemas, mas prefiro ter uma aranha que seja natural (sem ter sido resultado de cruzamento de variações). Isso é uma questão discutível, pois não sabemos ao certo como se comportam na natureza a esse respeito. Já vi fotos de E. Murinus existentes na Guiana Francesa, sendo elas aparentemente grandes. Elas têm a carapaça clara e as listras nas pernas nao são tão distintas, especialmente uma das duas encontradas nas tíbias nas pernas dianteiras. Apesar de eu ja ter visto fotos de aranhas da Guiana Francesa capturadas na natureza, acho que elas podem ser um cruzamento de 2 e 3 – e por que não? Creio que as variações citadas têm que ser interpretadas como pontos extremos em um espectro que acontece naturalmente. Sabemos da história do gênero Brachypelma, onde B. annitha se separa da B. smithi apenas por ter pêlos mais compridos nas pernas traseiras, sendo provalvemente uma variacao geográfica. Além disso, já tive 5 fêmeas de Haplopelma lividum, onde 3 tinham diferenças características. Também observei isso em algumas Avicularia, onde haviam variações de cores (em tres gerações) com diferenças de tamanho. Variação sempre existirá. É isso que faz a base da diversidade que a evolução criou. A conclusão disso tudo é que se deve cruzar apenas aranhas que venham da mesma região, mas não se deve negar que podem haver variações. Um mecanismo de defesa atípico. Ao contrário de aranhas como Brachypelma, Lasiodora, Cyclosternum e Avicularia, as do gênero Ephebopus não têm pêlos urticantes no abdómen. Nelas, esses pêlos se encontram na parte interna dos pedipalpos, o que faz desse gênero único. Para se defender, uma Ephebopus se vira frontalmente contra a ameaça e ataca com os pedipalpos e os dois primeiros pares de pernas. Assim, os pêlos são liberados juntamente com um possível ataque das quelíceras. Até pouco tempo, se tinha conhecimento de apenas 4 tipos de pêlos urticantes, separados morfologicamente. Mas em 1990 se encontrou uma quinta forma de pêlo, que até agora se encontra apenas no gênero Ephebopus. E falando sobre pêlos, é bom notar que aranhas não tem pêlo algum. Em terminologia cientifica, o "pelo" das aranhas se chama "setae" e pode ser considerado uma pequena extrutura prolongada do exoesqueleto. Não se pode falar de pêlo na forma classica como nos mamíferos, chamamos assim por simples comodismo. Decoração do terrário Não surpreendetemente, dá pra se manter as Ephebopus como a maioria das aranhas asiáticas que escavam (como as Haplopelma), com alto grau de umidade (cerca 80 %) e temperatura por volta de 26º/dia e 23º/noite. Tenho uma boa experiência com temperatura constante por volta de 24º. Geralmente, se aconselha pelo menos 10 cm de substrato para espécies jovens que escavam. Mas para adultas, tem que se ter pelo menos 15/20 cm. Já que eu nao tenho saco de ter 2 toneladas de terra nos meus terrários, optei por ajeitar o substrato de um modo que fique inclinado no fundo. Em algumas situações difícies, usei um pedaço de raiz ou tronco para segurar a terra. Lembre-se de usar terra sem agrotóxicos e esterilizada. Pode-se aquecer a terra num forno para eliminar formas de vida inconvenientes. Antes de introduzir a aranha, pressiono o substrato para que fique rígido onde não desejo que ela faça a toca. Assim, dá para fazer com que ela seja feita no local desejado. Depois de uns dias, haverá uma boa quantidade de substrato resultante da escavação da aranha. Após isso, tampo a toca para remover o excedente de substrato, somente por razões estéticas. A aranha é aparentemente indeferente a isso. Parece que as Ephebopus mantém uma mistura de teia e musgo seco na torre que é feita na entrada da toca (depois posto umas fotos), então pode-se fornecer isso a elas. Creio que há dois motivos que explicam a construção dessas torres, mas isso é apenas especulação da minha parte: 1- A torre protege contra chuvas fortes. 2- Aumenta a sensibilidade para poder cacar na proximidade da toca."


[chel.jpg]por Theraphosidae

COMO CRIAR ALIMENTO VIVO 1º PARTE


COMO CRIAR BARATAS (N. cinerea, P. pallida e afins)

Tratam-se das espécies de baratas mais criadas para fins de alimentação.
Usadas na criação de répteis, anfíbios e artrópodes oferecem nutrientes essenciais para a manutenção dos animais, sobretudo os aracnídeos.

Na dieta de répteis e anfíbios faz-se necessário adição de outros complementos de acordo com a sp.

Reproduzem-se com facilidade e são de fácil manutenção.
Se você começar com uma criação de 100 baratas em 3 meses essa criação ira quadruplicar de tamanho.
O crescimento dos filhotes é rápido, de acordo com a quantidade de comida oferecida.Comem o dia inteiro.
Podem ser alimentadas com ração de cachorro, ração LABINA de roedores, ração de gato, folhas de chuchu, casca de frutas, enfim tudo que seja ração, vegetais ou matéria orgânica.
Prefiro alimentar com ração, pois evita o mal cheiro e facilita na limpeza, no entanto a folha de chuchu e outras verduras tem seus prós, pois alimentando com elas não será necessário bebedouros, já que as baratinhas irão retirar a água necessária para sobreviver dessas folhas. Utilizo ração de roedores misturada com ração de cães e tenho obtido um excelente resultado no crescimento da colônia.
Em relação à água ofereço em um bebedouro de roedores com algodão na extremidade afim de evitar encharcamentos e afogamentos

Bom... Condiciono a colônia dentro de uma caixa de contenção dessas de acrílico que são vendidas nos supermercados, a dimensão da minha caixa é de aprox 70 cm de comp. por 40 cm de larg. e com altura de aprox 30 cm, custam em média entre 25 reais a 35 reais.
A CAIXA DEVE SER BEM VENTILADA, POR TANTO FURE A TAMPA, MAS LEMBREM-SE EMBORA A CAIXA DEVA SER BEM VENTILADA, FAÇA PEQUENOS FUROS COM DIAMETRO DE NO MAXIMO 1MM, assim vc evita a entrada de moscas, como varejeiras, moscas domesticas e Drosophilas.
Dentro da caixa coloco caixas de ovo que servem de abrigo para as baratas, também uso tubinhos de papel higiênico e como substrato areia de gato.
Nessa caixa já cheguei a ter aproximadamente 2000 baratinhas entre juvenis e adultos. Os machos adultos não possuem asas e as fêmeas adultas possuem asas e ovipositor. LEMBRE-SE DE PASSAR VASILINA NAS PAREDES DA CAIXA PARA EVITAR FUGAS INDESESAVEIS.
A limpeza é a parte mais complicada, pois a matéria orgânica gerada fica depositada no fundo da caixa, deve se tomar cuidado ao retirá-la, pois pode retirar junto com ela os filhotes de baratas.
Junto com os grilos são a fonte de nutrientes mais indicada para as aranhas.
[chel.jpg]por Theraphosidae